terça-feira, 9 de junho de 2020
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
“Sou bem mais feliz que triste, mas às vezes fico distante.
segunda-feira, 11 de março de 2013
“O mundo não está triste só por causa das guerras,
domingo, 13 de janeiro de 2013
“Sou uma ótima companhia para mim mesmo,
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
"Gente. Não adianta.
(...) Você pode varrer a sujeira pra debaixo do tapete. Você pode embolar tudo e fechar o armário. Mas peraí. Você vai aguentar a bagunça da sua vida até quando? Você vai fingir que está tudo em ordem pra quê? Pra inglês ver? Ah, dá um tempo. Eu não sou inglesa. Eu não vou abrir a porta e ver você se desmoronar. Por isso, um conselho: limpa sua sujeira. Limpa suas feridas. Limpa sua alma. Faz uma faxina nesse coração. E - preste atenção - faz isso logo. Porque dá rato."
terça-feira, 13 de novembro de 2012
"Mas eu sinto, sabe?
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
”(…) Eu também quero reivindicar, posso?
(...) Eu quero paz. Quero menos buzinas, menos gritos, menos (muito menos) telefones, menos carros-radinhos-de-pilha, menos reformas que não acabam, menos ruídos, menos chiados, menos volume. Quero silêncio lá fora! Há barulho demais dentro de mim.”
em "Lembretes"
domingo, 12 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
"Eu briguei com meu coração.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
"A vida te dá uma rasteira.
(...) Você cai, tropeça, o sonho borra a maquiagem, o coração se espalha. Voce sente dor, perde o rumo, perde o senso e promete: Paixão nunca mais. Você sente que nunca irá amar alguém de novo, que amor é conversa de botequim, ilusão de sentido, que só funciona direito pra fazer música, poesia e roteiro de cinema. E voce inventa. Um amor pra distrair. Um amor pra ins-pirar, um amor pra trans-pirar. Uma paixão aqui, um quase-amor ali. Ainda bem que existem os amigos, para amar, abraçar, sorrir, cantar, escrever em recibos e tirar fotos bonitas. E a vida segue. Sua imaginação te preenche, e seus amigos te dão colo, Vodka e dias incriveis!!!"
sábado, 17 de dezembro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
“Exagero?
sexta-feira, 1 de julho de 2011
“Mas eu sinto, sabe?
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Chega de reticências.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Mulheres.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
"Se eu gostaria de voltar no tempo?
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Apenas sorrir mais.

"Hoje, com toda minha birutice e uma vontade de aprender que não acaba, eu pego minhas fraquezas. Deixo-as enfileiradas. E as estudo como se minha vida dependesse disso. Com o auto-controle nas mãos, um depósito debaixo do braço e nossos inimigos internos dormindo, podemos - quem sabe? - nos tornar guerreiros impecáveis. Ou - se não - apenas sorrir mais. O que pra mim já vale a luta. Ou uma vida inteira."
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Eu me perdôo!

E para todos os amores perdidos.
Vamos encarar a realidade? Vamos colocar os pingos nos is? Se você não está feliz, o problema é seu. Sim, meu amigo, sinto dizer. O problema é seu. (Única-e-exclusivamente seu). O problema não é meu. O problema não é dele. O problema não é do destino. Nem da novela-das-oito. A pior coisa no mundo (e mais covarde também) é distribuir culpas e se tornar vítima do próprio sofrimento. Mas não te culpo. Nós crescemos assim. Jogamos a responsabilidade de ser feliz nas mãos dos outros. Vai dizer que não? Vai dizer que você nunca disse a eterna frase dos acorrentados: a culpa não é minha!!! Ah, sei… Se a vida é sua, a culpa de você estar aí, decepcionado, inquieto, cheio de raiva no coração é das pessoas que inexplicavelmente se voltaram contra você? Sinto te informar que não. A culpa é sua, sim. Aceite. Aceite sua culpa como sua máxima verdade. Tome-a nos braços. Você é culpado pela sua infelicidade. Pela sua felicidade. Pelo que você faz e recebe da vida. Decorou? Então tome nota. O que você plantou, estará na sua mesa. Não é fácil, eu sei. E eu digo isso porque preciso acordar. Eu não posso dizer que ele me decepcionou. Eu não tenho o direito de achar que meu coração tem duzentos e cinqüenta e cinco cicatrizes porque o amor é uma faca afiada que corta. Vamos jogar aberto. A culpa é minha. Eu dei meu coração. Eu criei expectativas. Então, com sua licença. A culpa é minha. Minha culpa. Minha feia culpa que é minha e de mais ninguém. Minha culpa de sete pontas. Minha culpa que me faz olhar a vida e me sentir personagem principal de uma página triste. E não é só triste. É uma culpa boa. Porque também me faz exercitar um sentimento maior (e mais brilhante que o mundo): o perdão. Se eu pudesse escolher um verbo hoje, eu escolheria perdoar. Assim, conjugado na primeira pessoa, com objeto direto e ponto final: eu me perdôo. Não, eu não te perdôo porque não tenho porque te perdoar. Tenho que perdoar a mim. A mim, que me ferrei. Me iludi. Me fodi. Me refiz. Me encantei. A culpa é minha. Minhas e das minhas expectativas. Minha e das minhas lamentáveis escolhas. Minha e do meu coração lerdo. Minha e da minha imaginação pra lá de maluca. Então, com sua licença, deixe eu e minha culpa em paz. Eu e meu delicioso perdão por mim mesma. Eu só te peço uma coisa. Pare de culpar a vida. Pare de ter pena de você. Se assuma. Se aceite. Se culpe. Se estrepe. Se mate. Mas se perdoe. Pelo amor de Deus, se perdoe.
(Somos todos culpados, se quisermos. Somos todos felizes, se deixarmos.)
















