
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
"Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
“Não tenho raiva de ninguém,
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
“Minha vida é monótona.
"Cultive a alegria.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
"É como se houvesse uma bomba-relógio dentro da gente,
"Por trás desse sorriso, continuo.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Crônica para mulheres solteiras e bem resolvidas.

"A partir dos trinta anos, desabituamo-nos de olhar para as pessoas que se cruzam conosco. Como se disséssemos: inscrições fechadas. Na infância, bastava um miúdo gostar do mesmo bolo que nós para lhe perguntarmos: ‘Queres ser o meu melhor amigo?’. Depois deixa de haver o melhor – entramos na idade das equivalências.”
Não costumo deixar as pessoas chegarem muito perto. E isso não é resultado de relacionamentos que não vingaram. É meu jeito. Desengonçado. Bicho do mato. Não cheguei nos 30, mas sempre fui assim, “inscrições fechadas”. Não sei porque. Em parte, confesso que sei. Acho que a gente tem o direito de poder sentir atração, tesão (ou chame como quiser) por quem tenta chegar perto. E se não sentir, tchau. Não existe nada mais escroto do que se forçar a sentir tesão por alguém. Do que ficar examinando a pessoa na tentativa de achar algo passível de admiração. Bah, não dá. Desculpa, mas não dá meissshhmo. Esse papo de que a mulherada é muito seletiva tem base nisso. Homem topa qualquer parada, mulher, no geral, não. Como disse o Renato Russo muy sabiamente naquela música “eu posso estar sozinho, mas eu sei muito bem aonde estou!”. Se o que chega perto me atrai, ótimo, vou tentar. Senão, não. Simples. Já passei da fase de procurar qualidades: o essencial tem que saltar aos meus olhos! Semana retrasada fui pra (cof cof cof) balada, coisa que não fazia há seculosss. Que selva! Se você cruza o olhar com alguém -por engano, por descuido- a pessoa já acha “ta me querendo, só pode!”. Oi?? Cadê o semancol, a educação, o tato? Não há. Essa pressa, essa agorafobia que rola na noite me deprime. É um tesão forçado, um medo de voltar pra casa só, um pânico da opinião dos amigos. E assim as pessoas vão passando por cima do que sentem, traindo seus valores e aumentando aquele vazio que ninguém preenche. Se as pessoas chegassem perto pelos motivos certos, seria tão bom. Mas é aquela aproximação tá-ficando-tarde-não-posso-
domingo, 2 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
Love is all we need.











