sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

"Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos.


(...) Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...) Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca".

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

“Minha vida é monótona.


(...) E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música.”

"Cultive a alegria.


(...) Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos. A alegria do coração é a vida do homem, e um inesgotável tesouro de santidade; a alegria do homem torna mais longa a sua vida."


Eclesiástico 30, 22-23

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

"É como se houvesse uma bomba-relógio dentro da gente,


(...) cujo tique-taque nos obrigasse a caminhar em direção à felicidade. Não temos escolha: ou lutamos pelo que queremos, ou definhamos."

"Por trás desse sorriso, continuo.



(...) Eu sabia que uma hora eu ia acabar cansando, e este sempre foi meu grande consolo. Sabia disso porque, definitivamente, gente pequena e coisas pela metade não são pra mim. E digo mais: restou um orgulho monstro dentro de mim, de ter feito tudo que podia, de ter usado todos os meus personagens. Talvez missão perdida, mas missão cumprida. Não necessariamente feliz, mas leve. A alegria vem com os dias, isso eu sei também..."

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Crônica para mulheres solteiras e bem resolvidas.



"A partir dos trinta anos, desabituamo-nos de olhar para as pessoas que se cruzam conosco. Como se disséssemos: inscrições fechadas. Na infância, bastava um miúdo gostar do mesmo bolo que nós para lhe perguntarmos: ‘Queres ser o meu melhor amigo?’. Depois deixa de haver o melhor – entramos na idade das equivalências.”


Não costumo deixar as pessoas chegarem muito perto. E isso não é resultado de relacionamentos que não vingaram. É meu jeito. Desengonçado. Bicho do mato. Não cheguei nos 30, mas sempre fui assim, “inscrições fechadas”. Não sei porque. Em parte, confesso que sei. Acho que a gente tem o direito de poder sentir atração, tesão (ou chame como quiser) por quem tenta chegar perto. E se não sentir, tchau. Não existe nada mais escroto do que se forçar a sentir tesão por alguém. Do que ficar examinando a pessoa na tentativa de achar algo passível de admiração. Bah, não dá. Desculpa, mas não dá meissshhmo. Esse papo de que a mulherada é muito seletiva tem base nisso. Homem topa qualquer parada, mulher, no geral, não. Como disse o Renato Russo muy sabiamente naquela música “eu posso estar sozinho, mas eu sei muito bem aonde estou!”. Se o que chega perto me atrai, ótimo, vou tentar. Senão, não. Simples. Já passei da fase de procurar qualidades: o essencial tem que saltar aos meus olhos! Semana retrasada fui pra (cof cof cof) balada, coisa que não fazia há seculosss. Que selva! Se você cruza o olhar com alguém -por engano, por descuido- a pessoa já acha “ta me querendo, só pode!”. Oi?? Cadê o semancol, a educação, o tato? Não há. Essa pressa, essa agorafobia que rola na noite me deprime. É um tesão forçado, um medo de voltar pra casa só, um pânico da opinião dos amigos. E assim as pessoas vão passando por cima do que sentem, traindo seus valores e aumentando aquele vazio que ninguém preenche. Se as pessoas chegassem perto pelos motivos certos, seria tão bom. Mas é aquela aproximação tá-ficando-tarde-não-posso-ficar-no-zero-a-zero-de-jeito-nenhum. É isso? Então BYE. Comigo funciona assim. Inscrições abertas para pessoas irresistíveis (aquelas que nos atraem como ímãs, que têm um tipo de poder divino sobre nós). Inscrições fechadas para pessoas que não me atraem. Sem ressentimentos, mas não sou obrigada. Aliás, ninguém é. Assim como aprendemos a entender e aceitar quando não nos querem, o resto do mundo deveria fazer o mesmo. Right??

sábado, 1 de janeiro de 2011

Love is all we need.



Amar nada mais é do que uma simples forma de aceitar. É engraçado como a gente só aprende vivendo. Também não queria ter citado este clichê, mas já que citei... A experiência de vida e o tempo são os melhores métodos de provar que o amor precisa ser praticado. Não me refiro apenas aos casais apaixonados não! Falo de toda e qualquer forma de amar. E nesse "barco de amores" vale o amor de amigo, amor de irmão, amor de pai e mãe, amor de cachorro... (Isso mesmo, temos muito o que aprender com eles!). Amor pela natureza, amor pelo mundo, amor-próprio. Amor pela sua terra, pelo seu país, amor pela carreira, amor pelo próximo, amor por Aquele que nos ensinou a amar, amor pelos que precisam de você, amor suficiente pra repartir, amor pra distribuir, amor pra abrir um sorriso e fazer outra pessoa retribuir... Se pequenos gestos de amor fossem praticados diariamente, algumas pessoas e alguns lugares no mundo seriam menos "frios".


Que 2011 seja cheio de amor! Para mim, para você, para todos nós!
Amém!

Que 2011 seja um ano iluminado para todos vocês!




Tchau 2010!

Já vai tarde!

;)