"Quando fazemos uma escolha, qualquer escolha, estamos dizendo sim para um lado e dizendo não para o outro. Então, algum sofrimento sempre vai haver."
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
domingo, 26 de agosto de 2018
"Já quis ser muitas coisas,
(...) hoje quero apenas ser quem eu sou e ainda assim me divertir. A vida é muito curta pra ficar de cara amarrada e arrumar problema em cada esquina. Quero mais é ser leve. E livre."
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
"É que eu sou assim mesmo,
(...) essa confusão de sentimentos, com um humor que oscila sem qualquer aviso prévio. Vim ao mundo assim mesmo, sem manual, sem qualquer instrução de funcionamento, toda errada, desenfreada e totalmente do avesso."
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
terça-feira, 21 de agosto de 2018
domingo, 19 de agosto de 2018
"Queria que algum canto do mundo me acolhesse.
(...) E me abraçasse e dissesse que tudo bem, tudo bem de vez em quando eu perder assim a razão ou o equilíbrio. Eu queria que existisse um canto do mundo que nunca me dissesse “hey, você se expõe demais” e que me deixasse ser assim e apenas me deixasse ficar quietinha e quente quando o mundo resolvesse me magoar, porque eu sou briguenta, mas sou mais sensível que maria-mole na frigideira."

sábado, 18 de agosto de 2018
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
"Ontem chorei.
(...) Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas. Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei. Apronto agora os meus pés na estrada. Ponho-me a caminhar sob sol e vento. Vou ali ser feliz e já volto."
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
"Não conseguia entender o que tinha acontecido com a minha vida.
Tinha perdido a elegância. Tinha perdido a mundanidade. Tinha perdido a concha protetora. Tinha perdido o senso de humor diante dos problemas alheios. Queria tudo de volta. Queria que as coisas corressem mansas pra mim. De algum jeito, eu sabia que isso não ia mais acontecer, pelo menos não tão logo. Eu estava fadado a me sentir culpado e desprotegido."
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
segunda-feira, 30 de julho de 2018
"Eu gostava tanto de você.
(...) De seu jeito de falar manso. Da maneira como as palavras que saíam da sua boca dançavam alucinadas no meu ouvido. Da forma como as suas mãos sempre quentes tocavam o meu corpo. Do seu olhar que me arrepiava por dentro e por fora. E que fazia com que com que eu me sentisse a pessoa mais especial do universo inteirinho. Era isso: Você fazia com que eu me sentisse diferente de todas as outras."
sexta-feira, 27 de julho de 2018
"Se não está quebrado, não conserte.
(...) Essa fala é verdadeira tanto para o corpo humano quanto para uma máquina de lavar ou um liquidificador. É difícil admitir quando se está errado, mas mesmo que tudo pareça bem, há um problema. Alguma coisa está quebrada e você precisa ver onde está quebrado e consertar isso, ou tudo irá desabar."
quinta-feira, 26 de julho de 2018
quinta-feira, 19 de julho de 2018
"Amor.
(...) A neurociência noz diz que ele ativa as mesmas partes do cérebro que um vício habitual. Faz com que nos sentíssemos como como se pudéssemos fazer qualquer coisa, ser qualquer coisa, alcançar qualquer coisa. E uma vez que experimentamos… Nós queremos mais. O problema sobre o amor é que, quando é bom, é muito bom. E quando é ruim, machuca muito. E se você não consegue achar uma forma de balancear todos esses altos e baixos… Vai te deixar louco."
sexta-feira, 13 de julho de 2018
"O amor não acaba.
(...) O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa."
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