(...) A menina ingênua, que fica olhando o homem com admiração, e finge estar impressionada por suas histórias de poder e de glória. A mulher fatal, que logo ataca aqueles que se sentem mais inseguros, e ao agir assim, tomando o controle da situação, os deixa mais à vontade, porque eles não precisam se preocupar com mais nada. E, finalmente, a mãe compreensiva, que cuida dos que estão precisando de conselhos e escuta, com um ar de quem compreende tudo, histórias que estão entrando por um ouvido e saindo pelo outro. Qual das três você quer conhecer? (…) Embora na minha alma, eu seja uma filha que precisa de carinho.”
segunda-feira, 31 de março de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
Dos lugares.
“Arranca metade do meu corpo, do meu coração, dos meus sonhos. Tira um pedaço de mim, qualquer coisa que me desfaça. Me recria, porque eu não suporto mais pertencer a tudo, mas não caber em lugar algum.”
“Gostaria de me reconciliar com meus defeitos e fraquezas,
(...) arejar minha biografia, deixar que vazem algumas ideias minhas que não são muito abençoáveis.”
segunda-feira, 3 de março de 2014
domingo, 2 de março de 2014
“Nós nos esquecemos de como esperar.
(...) Esse é um espaço quase abandonado. No entanto, ser capaz de esperar pelo momento certo é o nosso maior tesouro. A existência inteira espera pelo momento certo. Até as árvores sabem disso – qual é o momento de florescer, e o de deixar que as folhas caiam, e de se erguerem nuas ao céu.”
sábado, 1 de março de 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Dos absurdos.
“A distorção de valores chegou a tal ponto que pessoas discretas são consideradas arrogantes, os modestos são vistos como dissimulados e os que não se rendem a modismos são tachados de esnobes. Ser autêntico virou ofensa pessoal. Ou a criatura faz parte do rebanho, ou é um metido a besta.”
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
“Ninguém nunca soube do meu medo de nadar em lugares muito profundos,
(...) de amar demais, de se perder um pouco de tanto amar, de não ser boa o suficiente. Ninguém nunca viu meu corpo de verdade, minha alma de verdade, meu prazer de verdade, meu choro baixinho embaixo da coberta com medo de não ser bonita e inteligente.”
domingo, 23 de fevereiro de 2014
“Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop,
(...) e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.”
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
“Já aconteceu de eu quase chorar por ter tropeçado na rua, por uma coisa à-toa.
(...) É que, dependendo da dor que você traz dentro, dá mesmo vontade de aproveitar a ocasião para sentar no fio da calçada e chorar como se tivéssemos sofrido uma fratura exposta.”
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